Então a pergunta impõe-se, porque razão é a cannabis ilegal? De que forma é que isso aconteceu? É assim uma planta tão demoniaca ao ponto de nos transformar num ser vegetativo que a unica solução é ter de se alimentar de cérebros de transeuntes que passem pelo banco da rua que escolhemos como morada fixa?
Pois bem, orgulhamo-nos de defender o nosso ponto de vista, de sermos livres de o fazer e ter uma opinião, e muitas vezes esquecemo-nos que somos nós próprios prisioneiros das nossas opiniões e ideias pré-concebidas ou disvirtuadamente conjecturadas por não sabermos ou por assim nos terem ensinado.

A cannabis foi proibida nos anos 30 nos EUA e a partir daí foi lançada uma campanha mundial para a sua ilegalização. Mas é errado pensar que foi devido à sua componente psicoactiva, isso foi um pretexto que foi utilizado para convencer a sociedade dos maleficios que a planta e o consumo podiam provocar. De facto os registos do uso da cannabis também conhecida como canhamo ou marijuana remontam à antiguidade, 8000ac (é inclusive referenciado na Biblia como sendo uma planta que possuia efeitos psicotrópicos, pudera, só assim o Grande fazia aqueles discursos) e o seu uso era muito mais extensivel, a fibra era utilizada para a produção decordas, passando por roupa, plásticos, papel entre outros até ao ínicio do sec XX, momento em que por escassez de máquinas para a produção em massa a sua utilização foi sendo reduzida. Contudo à epoca estudavasse uma tecnologia que fosse capaz de realizar essa exploração. (Leiam o Rei Vai Nu do Jack Herrer) Porém, várias industrias, que tinham descoberto outras matérias com que produzir, entre elas se juntaram e pressionaram o governo para que a planta se tornasse ilegal e com toda a fama que lhe está associada, passando uma campanha discriminatória em todos os mídia de forma a renegar a planta. William Randolph Hearst foi um dos principais rostos desta guerra contra a cannabis.
É inequivoca a vantagem do uso económico da planta, mas mesmo em termos de saúde também o é. Cada vez mais estudos são publicados e cada vez mais, muitos estados dos EUA é legalizada a cannabis medicinal. A diferença está em torna-la uma droga socialemente aceite com todos os beneficios que lhe estão associados como acontece com imensos medicamentos que pelo contrário podem ter efeitos muito mais viciantes e prejudiciais. Terá porventura também outros efeitos negativos, mas que até ao momento não são assim tão conclusivos. Mas para não me estender muito mais trago-vos uns vídeos.
O meu conselho é, cultivem-se, não é preciso consumir para se sentir livre, mas sim ter o conhecimento sobre, isso sim, é a nossa maior liberdade.
Pois bem, orgulhamo-nos de defender o nosso ponto de vista, de sermos livres de o fazer e ter uma opinião, e muitas vezes esquecemo-nos que somos nós próprios prisioneiros das nossas opiniões e ideias pré-concebidas ou disvirtuadamente conjecturadas por não sabermos ou por assim nos terem ensinado.

A cannabis foi proibida nos anos 30 nos EUA e a partir daí foi lançada uma campanha mundial para a sua ilegalização. Mas é errado pensar que foi devido à sua componente psicoactiva, isso foi um pretexto que foi utilizado para convencer a sociedade dos maleficios que a planta e o consumo podiam provocar. De facto os registos do uso da cannabis também conhecida como canhamo ou marijuana remontam à antiguidade, 8000ac (é inclusive referenciado na Biblia como sendo uma planta que possuia efeitos psicotrópicos, pudera, só assim o Grande fazia aqueles discursos) e o seu uso era muito mais extensivel, a fibra era utilizada para a produção decordas, passando por roupa, plásticos, papel entre outros até ao ínicio do sec XX, momento em que por escassez de máquinas para a produção em massa a sua utilização foi sendo reduzida. Contudo à epoca estudavasse uma tecnologia que fosse capaz de realizar essa exploração. (Leiam o Rei Vai Nu do Jack Herrer) Porém, várias industrias, que tinham descoberto outras matérias com que produzir, entre elas se juntaram e pressionaram o governo para que a planta se tornasse ilegal e com toda a fama que lhe está associada, passando uma campanha discriminatória em todos os mídia de forma a renegar a planta. William Randolph Hearst foi um dos principais rostos desta guerra contra a cannabis.
É inequivoca a vantagem do uso económico da planta, mas mesmo em termos de saúde também o é. Cada vez mais estudos são publicados e cada vez mais, muitos estados dos EUA é legalizada a cannabis medicinal. A diferença está em torna-la uma droga socialemente aceite com todos os beneficios que lhe estão associados como acontece com imensos medicamentos que pelo contrário podem ter efeitos muito mais viciantes e prejudiciais. Terá porventura também outros efeitos negativos, mas que até ao momento não são assim tão conclusivos. Mas para não me estender muito mais trago-vos uns vídeos.
O meu conselho é, cultivem-se, não é preciso consumir para se sentir livre, mas sim ter o conhecimento sobre, isso sim, é a nossa maior liberdade.
PS.: Como curti à brava a iniciativa, achei que seria interessante complementar colocando aqui este link, também numa de esclarecer as cenas... portanto: http://www.drugpolicy.org/marijuana/factsmyths/
(Rhiakath d'Angoulême)
Sem comentários:
Enviar um comentário