Pois bem, lembrei-me deste modesto espaço, outra vez, e o tema que aqui me traz não terá propriamente relacionado com o título indicado acima, mas foi o termo que me veio à cabeça para preencher aquele espaço vazio, pelo menos por enquanto. Por enquanto, enquanto não arranjo um termo mais apropriado e um termo que me satisfaça plenamente. Por falar em satisfação, sim que o gosto por pensamentos encadeados está me no sangue desde longe, por mais que eu o contribua e o tente despersar por ai, este momento de exames à prostata, que é no fundo o que na faculdade nos faz independentemente do género escolhido à nascença ou mais à frente, propicia uma enorme quantidade de tempo para estudar e invariavelmente reflectir. É quase tudo uma questão de escolhas ou quase nada, depende da tal estória do copo meio cheio ou meio vazio, é tudo uma questão de perspectiva. A minha neste momento é que o tempo passeia-se-me pela frente, por entre os dedos e não há forma de o agarrar. Já passou ou está a passar ou irá passar, mais ou menos célere. Corremos e corremos atras daquele tempo utopico, a pressão arterial sobe, a respiração ofegante começa-se a fazer sentir e o peso de tanto esforço atras do tempo certo faz-nos ignorar que o tempo em que estamos devia ser corrido a passo. E bem, divagações à parte, comecei a escrever para passar o tempo e olho para ele e vejo que me tenho de apressar que já falta pouco para este tempo se esgotar.
(e para isto não parecer tao rebuscado como é, deixo aqui uma bela melodia que já tem algum tempo mas sabe sempre bem ouvir, tempo, sempre a falar nele):
http://www.youtube.com/watch?v=XMCrGBXMWoQ
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